
Para os que moram as margens do rio a água ao mesmo tempo que se apresenta como um bem precioso pode significar um mal na medida em que propaga doenças. Assim, é possível inferir que a relação das populações ribeirinhas com a água se dá numa perspectiva sempre dialética entre o medo e o fascínio.
Neste pequeno ensaio começo a esboçar a perspectiva de mais um desdobramento temático em face do rio Jaguaribe e de suas conexões com a história. A história das doenças no Ceará se liga a história ambiental, desse modo a idéia é dar continuidade a essa reflexão como parte dos estudos do rio Jaguaribe entre natureza e cultura.
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